Riscos Cibernéticos

Tecnologias mais robustas e sofisticadas abrem inúmeras possibilidades para empresas e usuários finais. Com a ampliação da computação em nuvem, dos projetos de Inteligência Artificial e Internet das Coisas (IoT), o futuro é agora. Num ritmo cada vez mais acelerado, as corporações e os clientes querem interações rápidas, 24X7, de maneira eficiente. E nesse ambiente de hiperconectividade, os riscos também se espalham e exigem das pessoas físicas e jurídicas uma atenção redobrada para manter a privacidade e a segurança das informações.

Segundo levantamento da Avast, empresa especializada em produtos de segurança digital, o Brasil registrou um aumento dos ataques cibernéticos de DNS, sistema que traduz a numeração dos endereços de IP em domínios. Somente este ano foram bloqueados 4,6 milhões de tentativas de falsificação de solicitações de sites CSFR (Cross Site Request Forgery) pelo antivírus. O CSFR é uma classe de ataques que explora a relação de confiança entre um aplicativo web e seu usuário legítimo, por meio de sites de pishing. Ao visitá-lo, a vítima é redirecionada para uma página de destino com um kit de exploração de roteador – ferramenta que rouba as informações do usuário.

Para agir preventivamente e minimizar os riscos de espionagem e vazamento de informações, a educação digital deve ser uma prioridade nas organizações. De acordo com o gerente de pré-vendas da Stefanini Rafael, Marcus Pedrosa, a transformação digital que vivenciamos em todas as áreas, com dispositivos cada vez mais inteligentes, passa pela defesa cibernética e pela inovação em segurança. “As empresas precisam adequar suas prática e compreender que a responsabilidade sobre a segurança vai muito além das equipes de TI. As organizações devem olhar ainda mais para esta área, com a implementação de políticas, processos e controles bem definidos para reduzir vulnerabilidades básicas”, aconselha.

Segundo uma pesquisa da Cipher Security, a popularização da Internet das Coisas (IoT) torna as empresas mais vulneráveis. Ao deixarem de priorizar a segurança dos certificados digitais da Infraestrutura de Chaves Públicas (ICP), as organizações enfrentam problemas para lidar com novas ameaças, já que os métodos utilizados pelos cibercriminosos se tornam mais avançados.

“Se até 2025 teremos 41,6 bilhões de dispositivos IoT conectados, segundo a IDC, precisamos o quanto antes adotar práticas de defesa cibernética para garantir integridade em todo o ecossistema de Internet das Coisas. São lamentáveis os ataques vivenciados no mundo inteiro, sendo que muitos deles podem ser evitados com processos, cultura e disciplina, e ressarcidos com seguro”, destaca Marcus Pedrosa.

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